Diretoria de Fabricação e Arsenal de Guerra avançam na preparação de infraestrutura para o Centauro

Reunião técnica define requisitos para preparar o Arsenal de Guerra do Rio para a montagem da torre e a integração do Centauro II, reforçando a modernização da Base Industrial de Defesa.

Solenidade Nacional Alusiva ao Patrono da Arma de Cavalaria. Foto: 8° Esquadrão de Cavalaria Mecanizado - Divulgação

No dia 26 de outubro de 2026, a Diretoria de Fabricação (DF) e o Arsenal de Guerra do Rio (AGR) realizaram reunião técnica com representantes do Consórcio Iveco–Oto Melara (CIO). O encontro, conduzido pelo Diretor de Fabricação, General de Brigada Carlos Alexandre Bastos de Vasconcellos, teve como objetivo principal avançar nos estudos para a adequação da infraestrutura que receberá a linha de montagem da torre e a integração da Viatura Blindada de Combate de Cavalaria (VBC Cav) Centauro II nos pavilhões do AGR. 

Na pauta foram alinhados requisitos técnicos, logísticos, estruturais e de segurança necessários para viabilizar as obras e preparar o parque industrial militar para essa nova capacidade produtiva. A iniciativa integra o processo de modernização dos Arsenais de Guerra do Exército Brasileiro e o fortalecimento da Base Industrial de Defesa.

Reunião para definir estudos para a linha de montagem do Centauro II. Foto: Seção de Instrução e Comunicação Social (SICS/DF)

A aquisição do Centauro II, veículo 8×8 equipado com canhão de 120 mm e demais sistemas, faz parte do Programa Estratégico Forças Blindadas. O contrato firmado com o Consórcio CIO prevê transferência de tecnologia, geração de conhecimento técnico no país e progressiva nacionalização de processos, incluindo a montagem e integração de componentes em território nacional. A preparação das instalações do AGR é etapa essencial para absorver essas capacidades e garantir a sustentação logística da frota ao longo de seu ciclo de vida.


A medida reforça a operacionalidade da Força Terrestre, incrementa a capacidade de dissuasão e consolida o papel dos Arsenais de Guerra na inovação e na produção de meios de combate de alta complexidade. 

Fonte: Diretoria de Fabricação 

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